Primeiro jornal: A Reforma
Jornais oficiais do município
O Progresso, A Nova Era e A Escola
Livraria e Tipografia Kosmos
O Paranaíba
A Notícia
Vários jornais até este ano
A Tribuna
A Reação e O Reflexo
A Penna e A Reação (Coió)
A Mariposa (Jornal para mulheres)
O Repórter
Vários Jornais
A Pena
Jornal de Uberlândia
Correio de Uberlândia
Venda do Correio e A Voz Central
Jornais dos primeiros 50 anos
O Triângulo
Tribuna de Minas
Jornal de Bolso
Primeira Hora
Correio de Uberlândia na Algar
Fechamento de O Triângulo
A Gazeta de Uberlândia
Tudo Já
Fim do Correio e Diário de Uberlândia
O professor João Luiz da Silva criou a primeira tipografia da cidade de São Pedro do Uberabinha. Ele é considerado o fundador da imprensa na cidade, com a criação do jornal "A Reforma", que circulou durante 14 meses.
Capa do jornal A Reforma
A tipografia e todo o seu espólio foram vendidos à Câmara Municipal, que passou a imprimir jornais oficiais: Gazeta de Uberabinha; Cidade de Uberabinha e A Semana.
Edição da Gazeta de Uberabinha
O jornalista Bernardo Cupertino fundou o jornal O Progresso, que circulou até 1914. O advogado, poeta e jornalista Nicolau Soares fundou A Nova Era, que circulou de janeiro a junho. O professor Honório Guimarães criou A Escola.
Jornal O Progresso
Instalou-se a Livraria e Tipografia Kosmos, que publicou Almanaques de Uberabinha (1911-1912), Livraria Kosmos (sobre a própria empresa) e o Brazil (1915), no qual foi proposto o nome Uberlândia. Por essa época circulava O Commércio, ligado aos caixeiros viajantes e O Binóculo, publicação humorística.
O jornalista Moizés Santana fundou o jornal O Paranaíba, impresso na Tipografia Kosmos, de Uberlândia.
José Peppe fundou o jornal A Notícia, que durou apenas um ano.
Até esse ano, circularam na cidade: O Ferrão (1907), A Escola (1908), Gavião (1909, humoristico), Kosmos (1909), Voz de Uberabinha (1911), Martelo (1914), O Commércio, Binóculo, Corisco e Chaleira (1917), O Violino e A Borboleta.
Manchete de A Borboleta
Criado o jornal A Tribuna, pela firma Rodrigues, Andrade & Cia. Em 1922 foi transferido para a firma S. E. A Tribuna Ltda, cujos proprietários eram J. S. Rodrigues da Cunha (Joanico), Eduardo Marquez (Tavico), Tito Teixeira, José de Andrade e Agenor Paes - que já era redator. Circulou durante cerca de 30 anos.
Jornal A Tribuna
Fundado o jornal A Reação, por Agenor da Silva Pereira Bino, fundador do Uberlândia Clube. A direção foi entregue a Lycidio Paes, que nesse mesmo ano lançou o jornal O Reflexo. Lançado o jornal Sertão Judiciário, pelo jurista Manoel Martins da Costa Cruz, que tratava de questões forenses.
Página de A Reação
A tipografia do jornal A Reação foi transferida para o jornalista Orlando Barbosa, que passou a editar A PENNA, sob sua direção.
Estúdio Forotráfico Móvel / Arquivo Municipal
Lançado o jornal A Mariposa, primeira publicação da cidade voltada para mulheres. Suas redatoras eram Yolanda Paes (filha do professor e jornalista Lycidio Paes) e Maria Stephan.
Capa da publicação A Mariposa
Fundado o jornal O Repórter, por Artur Barros e J. Faria.
Primeira tiragem de O Repórter
Nesse período, circularam em Uberlândia: O Lampião (1925, de Tubal Vilela), O Alarme (1925), O Relâmpago, A Chispa, O Sabre, O Lápis, A Letra, o Garotinho, Voz Infantil, Voz Paroquial, A Esperança, O Jornalsinho, O Bohêmio, A Farpa, o Triângulo Mineiro, o Ideal, O Agarra, O Município.
O farmacêutico Rosenvaldo Bernardes (Vadico) fundou o jornal A Pena, que circulou durante cinco anos.
Página do jornal A Pena
Odorico de Paula e Orlando Dias criaram o Jornal de Uberlândia, que durou muitos anos.
Jornal de Uberlândia
O jornal Correio de Uberlândia foi fundado por José Honório Guimarães, natural da cidade de Ribeirão Preto. Poucos meses depois passou-o para Ary de Oliveira.
Primeira edição do Correio de Uberlândia
O Correio foi novamente vendido para um grupo de cotistas ligados à UDN - União Democrática Nacional entre eles: João Naves de Ávila, Nicomedes Alves dos Santos e Alexandrino Garcia. Lançado A Voz Central, por Lycidio Paes.
Edição do jornal Voz Central
Nos primeiros 50 anos desde a criação da imprensa em Uberlândia, há registros de que circularam na cidade: A Folha Municipal, Diário da Revolução, Escola Normal, O Triunfo, Jornal Pequeno, Araponga, O Brasileirinho, Escola Rural, O Estado de Goiás, o S.U. Jornal, O Mineirinho, O Povo, a Seara, Diário de Uberlândia, A Raça, O Momento, Luz e Caridade, Hora H, A Borboleta, Democracia, O Critico, O Bandeirante, Correio Popular, O Machado, O Cruzeiro, Mercúrio, Ginasiano, Oásis, Mocidade Livre, Praia Clube, o Inconfidente, Nova Sento, Brasil Central, Voz do Povo. Estavam em circulação: Correio de Uberlândia, A Tribuna, Brasil Central, O Repórter, Uberlândia Ilustrada, Mocidade Livre, O Inconfidente, Nova Sento, Voz do Povo e Praia Clube.
Cinquentenário da imprensa local
Acervo histórico 1929-1947
Jornal O Triângulo foi implantado em Uberlândia por Ary de Oliveira. Poucos meses depois foi vendido para Renato de Freitas e outros, tornando-se um jornal político do Partido Social Democrático (PSD). O Triângulo nasceu em Araguari, depois foi transferido para Uberaba antes de chegar a Uberlândia. Posteriormente, foi repassado aos colaboradores Alberto de Oliveira, Alberto Gomide, Valdeir Parreira da Rocha, Heli Fidélis e Itamar Fernandes Caetano.
Capa do jornal O Triângulo
Fundada a Tribuna de Minas, uma sociedade anônima que teve Antônio Pereira como um dos sócios.
Criado o Jornal de Bolso, criado pelo jornalista Afonso Torres. Com circulação quinzenal, circulou pouco mais de um mês.
Surgimento do jornal Primeira Hora, criado pelo grupo politico de Zaire Rezende, que foi prefeito da cidade em duas ocasiões. Circulou até 1988 e foi considerado uma etapa importante para a profissionalização do jornalismo local. Foi o primeiro impresso em offset na cidade.
Primeira Hora em off set
O Jornal Correio passa para o controle da Algar (na época grupo ABC Algar) e se integra ao portfólio da SABE (antiga Algar Midia). O Diretor Industrial Arly Trindade deu-lhe novos horizontes. Em 1989 saiu a última edição em linotipo.
Correio na fase Algar
O Jornal O Triângulo encerra as suas atividades.
Nasceu no bairro Luizote de Freitas o jornal "A Gazeta de Uberlândia", com circulação mensal. A partir de 2006 passou a ser semanal até ser descontinuado.
Surge o Jornal Tudo Já, que circulou por dois anos, uma parceria entre o Grupo Algar e a TV Integração.
Exemplar do Tudo Já
O Jornal Correio de Uberlândia deixou de circular. No mesmo ano, surge o jornal Diário de Uberlândia, que já circulava exclusivamente com classificados. Ainda em circulação limitada.
Última edição impressa do Correio