Memória da Comunicação

Jornalismo Impresso

Sobre o Projeto

Você está visitando o site Memória da Comunicação. Um espaço digital que reúne histórias de vida e memórias de profissionais que atuaram em jornais impressos na cidade de Uberlândia (Minas Gerais), entre as décadas de 1970 e 2026. 

Trata-se de um projeto acadêmico que integra o programa de Pós-Graduação em Tecnologias, Comunicação e Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia.

O primeiro periódico da cidade surgiu em 1897, chamava-se A Reforma. Seu fundador, João Luiz da Silva mandou vir uma tipografia de Uberaba, onde impressos já circulavam desde 1874.  No site, você encontra uma linha do tempo com base na pesquisa do historiador Antônio Pereira. Encontra também estudos e pesquisas  acadêmicos anteriores sobre o tema.

Nosso conteúdo principal foi construído a partir de um recorte temporal que começa com a trajetória de  Ivan Santos, jornalista que chegou em Uberlândia na década de 1970 e passou por três periódicos locais. A pesquisa vai até 2026, quando a cidade ainda possui um jornal impresso, o Diário de Uberlândia, cuja circulação é bastante reduzida.

Apresentamos o perfil dos jornalistas entrevistados e suas memórias sobre as redações onde trabalharam, os periódicos que circularam na cidade, a forma como o trabalho era dividido, a evolução tecnológica – da máquina de escrever ao computador, das câmeras fotográficas analógicas às digitais, da tipografia à composição informatizada.

Queremos contribuir para que esses homens e mulheres, que um dia foram a voz da sociedade em suas produções jornalísticas periódicas, possam agora narrar suas próprias trajetórias, que merecem ser conhecidas pela sociedade. Que eles e elas tenham suas carreiras reconhecidas.

Que seu legado, impresso em páginas de jornal, seja transformado em patrimônio e registro com valor histórico. Que seus ensinamentos possam ainda inspirar novas gerações de jornalistas para um exercício ético, comprometido com a cidadania e o interesse público. O jornalismo impresso rememorado já não existe da forma como foi exercido em outros tempos. Ele ainda existe na memória e tem valores que merecem ser preservados e compartilhados.